Alta-Costura: Sonhar é Poder

Por Rebeca Kroker

Falar de alta-costura é, provavelmente, um dos meus passatempos preferidos. Diferente das coleções prêt-à-porter (ou seja, aquelas que vemos no SPFW, Fashion Rio e outros ao redor do mundo), de todas as grandes marcas, só dezesseis fazem parte – oficialmente – do que realmente é o haute couture (alta costura).

Zuhair Murad

Zuhair Murad

O fato de nenhuma marca brasileira encontrar-se na lista não deve provocar pânico em nenhuma leitora. Caso você já tenha comprado algum vestido de um ateliê nacional de alta costura ou inclusive conhece uma amiga que possui uma loja que diz vender alta costura, isso quer dizer que são peças de ótimo acabamento e com material de qualidade premium.

Valentino

Valentino

Já no sentido mais oficial da coisa, quem define quem entra pra essa lista de “Tops” é a Chambre Syndicale de la Haute Couture (ou seja, a Câmara do Sindicato da Alta Costura), siiiim, de Paris. Fundada em 1968, esse sindicato usa critérios rigorosos para incluir em sua lista tais marcas. Criar sob medida para o cliente, ter sua própria fragrância, possuir um ateliê situado em Paris e usar materiais de altíssimo padrão de qualidade são alguns dos itens que a marca genuinamente haute couture precisa ter para entrar para o ranking, sendo ele composto das seguintes maisons:

1        Alexandre Vauthier

2        Alexis Mabille

3        Armani Privé

4        Atelier Versace

5        Bouchra Jarrar

6        Chanel

7        Christian Dior

8        Elie Saab

9        Giambattista Valli

10     Maison Martin Margiela

11     Schiaparelli

12     Ulyana Sergeenko

13     Valentino

14     Viktor & Rolf

15     Vionnet

16     Zuhair Murad

Cada uma dessas casas trabalha duro para produzirem as peças que vão parar nas passarelas da semana de moda específica para isso, também em Paris. Talvez você se pergunte: “mas afinal, quem são as clientes dessas marcas?” Dizem as estatísticas (fonte: portal do FFW) que o “quem” seria em torno de duas mil clientes globais multi-ricas e a maioria, ao contrário do que se possa pensar, multi-discretas.

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Semana passada encerrou-se o ciclo de desfiles para a Primavera/Verão desse ano. E o que dizer dos sneakers, tênis e afins nas passarelas das amadas Chanel e Dior? Seria essa inclusive uma celebração ao ano da Copa ou uma desculpa elegante para as casuais de plantão na hora de encarar um black tie?

Fica aí uma pequena reflexão do que é o chique, o glamour e o cool – ou todos os três juntos ;)

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