As cinco marcas de joias mais desejadas do mundo

Joias são eternas. Toda mulher esperta sabe disto (ou deveria saber). A atriz inglesa Elizabeth Taylor era dona de um acervo formado durante seus oito casamentos (duas com o ator Richard Burton). Em 2011, meses depois de sua morte, sua coleção participou de um leilão na Christie, em Nova York e arrecadou U$ 115 milhões.
Entre as peças, o colar de pérolas, rubis e diamantes chamado A Peregrina, um dos diversos presentes dados pelo apaixonado Richard Burton. A peça foi arrematada na primeira metade da sessão por U$ 11,8 milhões, o novo recorde mundial de venda de uma pedra preciosa durante um leilão. Várias soberanas espanholas ostentaram a joia, que data do século XVI e pertenceu à Coroa espanhola durante oito gerações, até que José Bonaparte fugiu do país com a famosa pérola, que passou depois por Irlanda e Estados Unidos até terminar nas mãos de outra rainha, neste caso de Hollywood, na década de 1960.
Lembrando-se de Elizabeth (ela detestava o apelido Liz), MONDO MODA apresenta as cinco marcas de joias mais desejadas do mundo.

  1. Harry Winston – Preferido pelas estrelas dos tapetes vermelhos de Hollywood, ele é reconhecido por seus exuberantes colares de diamantes com variadas combinações. Criada em 1932, a marca trabalha com pedras mais raras e de melhor qualidade. Cada peça é manualmente por um mestre joalheiro. Cada peça é única e inigualável. Suas joais são facilmente reconhecidas.
  1. Cartier surgiu começou em 1847, quando Louis-François Cartier assumiu o controle da pequena oficina de joias de seu mestre, Adolphe Picard e resolveu patentear sua própria marca, representada pelo coração entre as iniciais L e C em um losango. Surgia a Mason Cartier. Quatro anos depois, Napoleão III subiu ao poder, e através da Condessa Nieuwerkerke, o jovem Cartier tornou-se fornecedor da Corte Real. Em 1853, implantou o atendimento personalizado e elitizado, abrindo suas portas para uma clientela privada e exclusiva. Pouco depois, em 1859, alugou uma sede no Boulevard des Italiens, cuja vizinhança era a mais sintonizada na moda em Paris. Nesta época, a marca encantou a imperatriz Eugénie que encomendou um serviço de chá em prata. Em 1914, a Duquesa de Windsor ostentava um broche Panthére em platina, sobre uma safira caxemira em cabochão de 152,35 quilates. A partir deste momento as joias com a pantera passaram a ser desejadas pelas mulheres e o sucesso imediato fez com que a rainha dos felinos se tornasse um dos símbolos da refinada Maison. Os relógios Cartier também são famosos por sua habilidade de especialistas e designs inovadores.
  1. Van Cleef & Arpels -. A história começou em 1895, com um casamento entre Estelle Poidevin Arpels, filha de um negociante de pedras preciosas e irmã de dois peritos em gemologia, e Alfred Van Cleef, filho de um lapidador oriundo de Amsterdã. Pouco tempo depois da união, Alfred associou-se a seu cunhado, Charles, para estabelecer um negócio no ramo de joias e pedras preciosas. A partir do dia 16 de junho de 1906, o nome VAN CLEEF & ARPELS se estabeleceu no número 22 da Place Vendôme, em Paris, em frente ao hotel Ritz. Em meados da década de 1920, a marca ainda estava tentando se estabelecer como uma estrela no mercado da joalheria de luxo parisiense. O reconhecimento veio em 1925 com a Exposition Internationale des Arts Décoratifs et Industriels Modernes, onde a joalheria conquistou o “Grand Prix” com um bracelete cujo design era um ramalhete de rosas feitas de rubis e diamantes, com a folhagem em esmeraldas. Para sua confecção foram utilizados 463 brilhantes redondos, 293 rubis e 108 esmeraldas em uma estrutura em platina, o mais precioso dos metais. Desse momento em diante, a paixão pelas mais belas e raras pedras preciosas elevou a marca VAN CLEEF & ARPELS à um estilo luxuoso e original. Ainda nesta década a joalheria começou a criar relógios adornados com joias. Em 1933, a joalheria criou e patenteou o Mystery Setting™, um procedimento único que permite o encaixe das pedras preciosas lado a lado, resultando em uma montagem diferenciada e acabamento totalmente invisível. Uma das dificuldades dessa técnica era a necessidade de escavar sulcos precisamente iguais nos lados opostos de cada gema. Para conseguir, usavam lâminas serrilhadas feitas de seda endurecida, recobertas com pó de diamantes. Muitas gemas eram quebradas durante o processo da escavação dos sulcos. Claramente, isso aumentava as despesas, e consequentemente o valor final da joia, já que cada gema quebrada, como um rubi da Birmânia, por exemplo, tinha que ser reposta por outra exatamente igual. Em algumas das peças mais importantes da Maison foram utilizadas centenas de gemas, e meses de trabalho manual extenuante. A técnica é tão complexa que, para produzir um único broche, é preciso nada menos do que 300 horas de trabalho.
  1. Buccellati é conhecida pela qualidade impecável do seu ouro italiano. Fiel à sua herança, casa designers aderir a estilos romanos, como o bracelete, mas reinterpretá-las através de esculturas rendadas que olhar suave de longe. Em 1919, Mario Buccellati criou a marca. Desde, então, sua família se manter na direção. Uma jóia Buccellati se diferencia pela delicadeza do trabalho em renda, ou filigrana. É uma jóia que tem classe, discrição e harmonia. .As peças são criadas para ter o toque da seda, do adamascado, do tule ou da renda, ou até do linho. Outra característica é o uso da mistura de ouro e prata, ou da platina e ouro. As pedras usadas são grandes cabochons, esmeraldas e rubis entalhados, e diamantes com lapidação “rose cut”.
  1. Tiffany – Em 18 de setembro de 1837, Charles Lewis Tiffany e John B. Young fundaram a Tiffany, Young & Ellis na cidade de Nova York, com exatos U$ 1 mil. O estabelecimento vendia produtos de papelaria e artigos de luxo para a casa e escritório, fechando o caixa em seu primeiro dia com vendas de US$ 4.98. Uma das novidades da loja era a etiqueta com preço não negociável, uma política revolucionária para a época. Rapidamente eles conquistaram a clientela com o primeiro lote de joias variadas, de uma coleção chamada Palais Royal. Na época, poucas nova-iorquinas tinham alguma peça que pudessem chamar de “real” e esse toque de nobreza as encantou. Em 1845 foi lançado o primeiro catálogo da loja chamado de The Blue Book. Em 1848, a empresa iniciou a criação de joias em ouro. Presentes de aniversários, pratarias, aneis de noivados e até artigos para bebês podiam ser encomendados em suas vitrines e prateleiras. Charles Tiffany assumiu o controle total do negócio em 1853 e mudou o nome da loja para TIFFANY & CO. Mas o reconhecimento internacional chegou mesmo em 1867. Durante a Exposição Universal de Paris, a marca foi contemplada com o prêmio “Qualidade em Prata”, o que a colocou em condições de igualdade com as tradicionais joalherias europeias. O ramo de joias e relógios só foi conquistado três anos depois, no início de 1870, especialmente com o lançamento de uma coleção de joias em prata. Na década de 1950, o designer Jean Schlumberger foi convidado para ser o desenhista exclusivo da marca. Ele tornou-se o preferido da editora de moda Diana Vreeland e da primeira-dama americana, Jackie Kennedy. De tanto aparecer publicamente, os braceletes de esmaltação paillonée ficaram conhecidos como Jackie’s Bracelets.
    Outras marcas reconhecidas pelas excelência são Graff, Piaget, Bvlgari, Mikimoto e Chopard.

Fonte: mondo moda

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s